O autor


Pedro Filipe Almeida Maia nasceu em 29 de junho de 1979 na ci­dade de Ponta Delgada, é psicólogo, mestre em Psico­logia do Trabalho, das Organizações e dos Recursos Humanos (WOP-P) pela Universidade de Coimbra e pela Universidade de Barcelona, e licenciado em Psicologia pela Universidade dos Açores.

Foto por André Furtado
Pedro Almeida Maia sob a lente de André Furtado.

Na área da Psicologia, é coautor na série de livros infantis “Vamos Sentir com o Necas” (Minotauro, Grupo Almedina), que integra o Panorama Editorial de 2015 do Boletim do Núcleo Cultural da Horta, e o Plano Regional de Leitura dos Açores.

Na escrita de ficção, é autor dos romances policiais “Bom Tempo no Canal: A Conspiração da Energia” (Letras Lavadas, 2012), vencedor do prémio literário Letras em Movimento 2010, e “Capítulo 41: A Redescoberta da Atlântida” (Letras Lavadas, 2013), que integra o Plano Regional de Leitura dos Açores. Escreveu também o drama “Nove Estações” (Letras Lavadas, 2014), selecionado para a Mostra LabJovem 2014, e o romance de ficção científica “A Viagem de Juno” (Letras Lavadas, 2019).

Na poesia, venceu o prémio Discover Azores 2014 com o poema “Vinhas e Epigeus”, e publicou “A Escalada de um Manco” (e-Manuscrito, 2017).

Assinou crónicas dedicadas às artes, na rubrica “Pavilhão Auricular”, e à sátira, em “Cronicista”, tendo contribuído para os jornais Terra Nostra, Fazendo, Diário Insular, Correio dos Açores, Açoriano Oriental, Portuguese Times (EUA) e Mundo Lusíada (Brasil).

No conto, escreveu “O Galheteiro de Prata”, selecionado para a Antologia de Contos 2018 do Centro de Estudos Mário Cláudio.

Foi um dos membros fundadores da PENA (Plataforma de Escrita Nova Açoriana) e também do Colectivo NAU (Novos Autores Unidos). Foi considerado Escritor do Ano 2014 pelo jornal Correio dos Açores, além de integrar o Conselho Editorial da Letras Lavadas edições desde março de 2018.


Um escritor que não viaja, não escreve: circunscreve-se.

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