Testemunhos


“De todos [os livros de 2020], resolvi preferir o Ilha-América de Almeida Maia, belo mergulho ao âmago da alma açoriana, num estilo original (…), à volta da aventura única dum adolescente que viaja no trem de aterragem dum avião transatlântico de Santa Maria à Bermuda, sobrevive e vive até realizar o sonho americano. Uma delícia.”
~ Carlos Melo Bento (sobre Ilha-América)


“Dele [Ilha-América] saio com aquele plaisir du texte de que falava Roland Barthes e a certeza de que temos escritor! (…) Possui apetecível fluência narrativa, prende o leitor do princípio ao fim e é muito cinematográfico.”
~ Victor Rui Dores (sobre Ilha-América)


“Descobrir o universo de Pedro Almeida Maia, em Ilha-América, é compreender o preço da emigração, as motivações em que ela se alicerça, a coragem que exige. Divertido e sério, este livro desenvolve-se a partir de uma corrida na pista do aeroporto de Santa Maria rumo ao interior de um trem de aterragem. E dá a volta às ilhas e aos mundos que cabem no sonho de quem pouco possui, quase nada teme e nada tem a perder.”
~ Leonor Sampaio da Silva (sobre Ilha-América)


“Este livro, tal como aconteceu com os anteriores que li do mesmo autor, tem um defeito que adoro: o preciosismo das descrições, o estudo detalhado das épocas que percorre, citações sempre bem contextualizadas e uma imagética rica que espera um realizador para a tornar em documentário cinematográfico.”
~ Chrys Chrystello (sobre Ilha-América)


“Tudo o que era mais provável acontecer numa situação destas está espelhado neste romance: o comportamento da tripulação do avião, o papel da PIDE e a reação do próprio pai do Mané, que roça a pura realidade, como se o autor o tivesse conhecido ao pormenor. Um bom romance, enquadrado na parte final da época doirada de Santa Maria, cuja leitura aconselho.”
~ Rosélio Reis (sobre Ilha-América)


Nos Açores, nos anos recentes, Pedro Almeida Maia tem sido o autor que mais longe tem levado esta capacidade de contar (de um modo original) uma história singular, emprestando-lhe uma fluência sintática, uma imaginação semântica e uma impressionante maleabilidade conectiva entre as ideias, servidas por palavras encadeadas por uma portentosa liquidez, sempre avançando na ação para sempre retornar ao ponto de partida, reinterrogando de outro modo o que aparentemente já fora solucionado, desenhando, assim, um verdadeiro labirinto de conceções ideológicas a partir da caracterização das personagens e dos ambientes físicos no interior de um estilo realista. (…) Encontra-se no centro deste furacão literário que certamente marcará a literatura açoriana do século XXI. (…) Romance que merece ser lido tanto pelas qualidades intrínsecas, quanto, em continuidade com a obra de Pedro Almeida Maia pelos sulcos futuros que abrirá no horizonte do romance açoriano.”
~ Miguel Real (sobre Ilha-América)


“Empolguei-me, sorri e emocionei-me com a viagem do Mané que personifica os sonhos cumpridos e por cumprir de tantos ilhéus, ‘rodeados de pobreza por todos os lados’. É um belo e justo tributo à nossa narrativa colectiva de povo insular com ganas de ver o que está do outro lado do mar.”
~ Ana Monteiro (sobre Ilha-América)


“Em linguagem escorreita e apelativa, com muitas frases de semântica profunda, e frases sentidas para nos revelar em muitos momentos especiais da nossa vida, o romance de Almeida Maia, um escritor açoriano consagrado, conta muito bem a história de uma extraordinária e fabulosa aventura perigosa, mas também nos obriga a reflectir sobre as memórias que nos faz recuperar e que não queremos ver mais repetidas, cheguem da forma que chegarem, as do tempo da falta de liberdade.”
~ Manuel Tomás (sobre Ilha-América) [texto completo]


“Segui os trâmites e as perdições deste herói mítico açoriano, a quem a América aconteceu, primeiro como um pesadelo e uma miragem, e depois como o sonho verdadeiro de uma vida. Gostei da história, da escrita ágil e bem-humorada (que me fez recordar a ideia difusa que eu tinha da história deste micaelense levado para Santa Maria).”
~ João de Melo (sobre Ilha-América)


“Com este magnífico Ilha-América observo um aprendiz de feiticeiro que arregaçou as mangas, meteu o caldeirão ao lume, olhou meticulosamente para os ingredientes das prateleiras e escolheu, um por um, sem hesitar, obtendo uma terrível poção mágica capaz de provocar insónias. Com esta obra, o leitor fica siderado com a ação e quer folhear cada vez mais para saber o que se segue. A pronominalização está perfeita e as figuras estilísticas surgem naturalmente, muito suaves, como o orvalho que repousa sobre as folhas das criptomérias.”
~ João Pedro Regalado (sobre Ilha-América)


“Faltava dar voz ao emigrante clandestino em avião.”
~ Álamo Oliveira (sobre Ilha-América)


“Notável! Revi-me na Santa Maria onde vivi e na Lisboa dos anos 50/60 que visitei.”
~ Emanuel Carreiro (sobre Ilha-América)


“Mais do que as épicas viagens por céus e terras deste herói no qual me revi demasiado, foi a sua viagem interior, conduzida por uma escrita sublime, que me deu murros no coração e arrebatou umas quantas lágrimas derrotadas e arrepios triunfantes. Uma obra fascinante, irresistível para quem tem qualquer ligação aos Açores e catártica para todos os sonhadores.”
~ Ana Lopes (sobre Ilha-América) [texto completo]


O romance de Almeida Maia é por tudo isso um registo peculiar da vivência mariense e açoriana nos anos 60 do século passado.”
~ Domingos Barbosa (sobre Ilha-América)


“Ao quinto romance, desenhou o melhor edifício literário, feito de forma e de imaginação, para contar uma boa história.”
~ Nuno Costa Santos (sobre Ilha-América)


“Quem doseia assim os pormenores de uma história manuseia bem a arte de contar. (…) Tudo isto junto constitui um poderoso pacote de razões para recomendar vivamente a leitura deste livro e para saudar o seu autor, Pedro Almeida Maia, como uma respeitável voz da nova literatura destas ilhas.”
~ Onésimo Teotónio Almeida (sobre Ilha-América) [texto completo]


“Li-o de um fôlego, o que só me acontece quando me sinto envolvido nos lugares e nas personagens. O livro aborda o tema mítico da «fuga da ilha» (…). Depois é um mundo de peripécias ficcionadas, mas baseadas numa situação real. Houve várias experiências deste género e Pedro Almeida Maia escolheu esta, que lhe valeu um belíssima narrativa a par de uma investigação cuidadosa de temas ligados à aviação e ao clima social insular nos anos 60, gloriosos com o aeroporto americano da ilha.”
~ António Ferra (sobre Ilha-América)


“Lido num ápice. Correspondeu às expectativas. Sou fã incondicional deste simpático autor açoriano. Ilha-América de Pedro Almeida Maia é um livro magistral, de leitura fácil e cativante, da primeira à última página. Concordo com o meu colega Telmo R. Nunes, quando, na brilhante crítica que proferiu a esta obra, afirma que esta ascende ao ‘Olimpo da Literatura’. (…) Recomendo este voo fantástico pelos horizontes da realidade açoriana de outrora e de hoje, pois representativa do género humano e dos heróis que lutam pelos seus sonhos e objetivos.
~ Marta Oliveira (sobre Ilha-América)


“Almeida Maia descreve tão bem todos os pormenores e todos os espaços vãos daquele vão de roda que, rapidamente, nos encontramos no ano de 1960, sentados com o Mané naquela roda de avião. (…) Saiu com este livro da sua zona de conforto e trouxe-nos uma história com H grande, daquelas que nunca esquecemos por tão reais e próximas que nos são.”
~ Patrícia Carreiro (sobre Ilha-América)


“Pedro Almeida Maia mostra nesta obra maturidade na escrita, criatividade no detalhar da época e credibilidade prosaica a partir de fatos emanados duma pesquisa apurada e incisiva. A leitura é fácil, agradável e fluída e certamente será apelativa, em primeiro lugar, a tantos açoreanos tocados, diretamente e indiretamente, pelo arrancar das raízes rumo ao sonho duma realidade menos árdua e em segundo lugar a todo um leque de leitores, nacionais e não só, que ambicionam conhecer realidades tão alheias e próximas do fantasioso, mas tão próprias de tantas pessoas de todo o mundo.”
~ Pedro Silveira (sobre Ilha-América) [texto completo]


“Este IlhaAmérica é um livro que apetece ler. Fascina. Este livro coloca o leitor para além de espectador. Senta-nos na acção. Se terminarmos um capítulo e fecharmos os olhos, estamos lá. É esta a magia. Conheci aspectos dos Açores que desconhecia. E o Pedro deixa-nos algumas portas abertas para conhecermos mais. É esta a magia.”
~ Roberto Jesus Reis (sobre Ilha-América)


“Com Ilha-América, Almeida Maia reclama, em definitivo, a sua posição junto dos melhores escritores portugueses contemporâneos. (…) Amigo íntimo da melhor Literatura, Almeida Maia domina técnicas de escrita capazes de suster a atenção dos leitores; usa uma linguagem apurada e um discurso fluente, sobremodo cativante e apto a agarrar o leitor até à última página. Finais de capítulo em suspenso, analepses que se revelam sagazes e pertinazes são colocados ao serviço do ritmo, conferindo ao enredo a cadência desejada. Por outro lado, torna-se bastante agradável a referência a diversos temas musicais, assim como a inclusão de versos das referidas letras. O leitor regozija-se! Não tenho dúvidas que esta será uma obra de referência para todos quantos queiram perceber o arquipélago, os açorianos, as suas vontades e ânsias mais profundas, a sua história e impulsos migratórios.”
~ Telmo R. Nunes (sobre Ilha-América) [texto completo]


“Foi um regresso à minha juventude através da descrição dos lugares que me habituei a palmilhar e das vivências que os mesmos proporcionavam. O seu trabalho de investigação está minucioso (…). De resto, conhecedor da história, adorei a descrição de todo o ambiente que se vivia naquele tempo em Santa Maria e até os cheiros consegui decifrar.”
~ Tony Sousa (sobre Ilha-América)


“Almeida Maia recupera para a nossa memória coletiva um passado não muito distante. Um passado de pobreza, de isolamento, de repressão, um passado que não devemos esquecer. E Ilha-América cumpre esse objetivo.  (…) Lê-se de um fôlego. Pela escrita, pela viagem a um passado recente, pela descrição rigorosa dos aspetos do viver insular dos anos 50/60 do século XX, pela influência que a presença de cidadãos estadunidenses em Santa Maria, é na ilha de Gonçalo Velho que tudo começa, mas também da importância do Aeroporto Internacional de Santa Maria na travessia aérea do Atlântico Norte. Pela descrição da brutalidade dos métodos da PIDE e o horror dos seus calabouços. Em Ilha-América, Almeida Maia reabilita o direito a migrar rumo à utopia.”
~ Aníbal C. Pires (sobre Ilha-América)


“Mais um grande romance a enriquecer a literatura açoriana e que por ser açoriana não deixa de ser universal. (…) A força da escrita de Almeida Maia reside aqui mesmo, nesta sede de infinito que mora na mensagem que nos deixa, com a ilha a ser universo que busca um universo que seja ilha.”
~ Santos Narciso (sobre Ilha-América) [texto completo]


“Pedro Almeida Maia já passou, com este IlhaAmérica, de uma promessa a um autor consolidado. Não queria estar no seu lugar. A sua responsabilidade literária está agora mais pesada, os seus leitores à espera de outros livros, como este, marcantes no seu percurso literário. Pela minha parte, vou ler ou reler parte da sua obra anterior. Está ele agora ao lado dos nossos melhores escritores, e nunca só dos Açores.”
~ Vamberto Freitas (sobre Ilha-América) [texto completo]


“Escrita clara e escorreita, de matriz identitária muito nossa, e refletindo a peculiaridade do ilhéu na busca de novos horizontes, na ânsia de superar uma realidade existencial castigada pelo isolamento e por um estado de espírito marcado por ilusões e desilusões, sempre com os olhos postos no outro lado do mar, este livro traduz uma ambiguidade sempre atual entre a vontade de partir e de ficar que não deixará o leitor indiferente aos determinantes históricos, geográficos e sociais da realidade matricial que apresenta.”
~ Ermelindo Peixoto (sobre Ilha-América)


“O escritor Almeida Maia, autor de vários livros publicados entre nós, demonstra a sua erudição e conhecimento dos casos mais estranhos, que na realidade ou na sua imaginação, têm sempre os Açores no centro da sua escrita. Neste agora intitulado Ilha-América vai mesmo à alma dos ilhéus destas ilhas, tornando-se um romance fundamental do nosso cânone, da nossa História, do nosso modo de estar no mundo a oeste, nessa terra de promessa e desilusões que sempre fez parte das nossas vidas. Trata-se de visão original e lapidar da nossa experiência como povo andarilho, que constrói novos mundos e faz da terra um espaço verdadeiramente universal. Os seus estudos constantes a nível universitário resultam nesta prosa escorreita sem nunca deixar de ser profunda e deixar-nos a repensar o nosso passado e talvez futuro.”
~ Vamberto Freitas (sobre Ilha-América)


“Enredado o suficiente, mas magnificamente fluido para te proporcionar bons momentos no lazer dos teus tempos de descanso.”
~ Simão Neves (sobre A Viagem de Juno)


“Vale a pena mergulhar nesta viagem, ao ritmo intenso da ficção repleto de peripécias, e deslumbrar com a visão futurista deste autor inteligente, perspicaz e cativante.”
~ Pedro Silveira (sobre A Viagem de Juno)


“Este livro em particular assentaria que nem uma luva numa produção hollywoodesca.”
~ Joaquim Pereira (sobre A Viagem de Juno)


A Viagem de Juno é um livro com uma trilogia de preocupações: o ambiente, as paixões e os interesses. Encadeadas na visão jovem e desassombrada de Pedro Almeida Maia. Repito o que dele já escrevi: Tem asas para voos ainda mais altos!
~ Santos Narciso, Atlântico Expresso (sobre A Viagem de Juno)


“A capacidade criadora do Pedro Almeida Maia é vertiginosa e empolgante!”
~ Luís Miguel Almeida (sobre A Viagem de Juno)


“Recomendo a leitura do livro, pela sua capacidade de fazer sonhar e agir atempadamente para haver um futuro para o nosso planeta e, em particular, para a nossa terra arquipelágica.”
~ Virgílio Vieira (sobre A Viagem de Juno)


“As palavras do Pedro Almeida Maia valem por mil paisagens sonoras, porque não estão presas à realidade, deixando-nos flutuar ou partir nas asas da nossa própria imaginação.”
~ Frederico Cardigos (sobre A Viagem de Juno) [texto completo]


“A sua escrita é ágil, incisiva e vivaz.”
~ Onésimo Teotónio Almeida (sobre Nove Estações)


Nove Estações é um pequeno livro sobre uma história de amor cheia de mistério e impulsionada por um poema enigmático. Esta viagem vai levar-nos através das nove ilhas dos Açores. Ficará tão encantado com a Desirée que não vai querer largar o livro enquanto não chegar à estação final.”
~ Pedro Silveira (sobre Nove Estações)


Nove Estações é um livro para se ler de um só fôlego. Uma viagem pelas nove ilhas dos Açores pintada com a mestria das palavras de Pedro Almeida Maia. Um périplo de aprendizagem, magia e curiosidade!”
~ Amélia Meireles (sobre Nove Estações)


“Nove estações: nove descobertas, nove ilhas, mais do que nove momentos de suspense neste novo livro do açoriano Pedro Almeida Maia. Quando se pensa que se descobriu tudo sobre as personagens deste livro, eis que surge o final mais inesperado de sempre.”
~ Patrícia Carreiro (sobre Nove Estações)


“Relativamente a Almeida Maia, ele tem a capacidade de, no urdir do enredo, associar um saudável regionalismo a um assumido universalismo, fugindo de lugares comuns, sem nunca abandonar a matriz insular que enforma a sua escrita.”
~ Santos Narciso, Diário dos Açores (sobre Capítulo 41)


“Pedro Almeida Maia, o escritor, é uma voz viva, enérgica, que manobra, com mestria, a imaginação de quem o lê. Pedro Almeida Maia, o homem, tem o sorriso solto de quem se dá e entrega, com afinco, ao que gosta de fazer – escrever, comunicar, criar mundos que nos abrem, a nós, outras visões do mundo e formas diferentes de sonhar.”
~ Sónia Alcaso (sobre Capítulo 41)


Capítulo 41 é um romance policial absorvente e inebriante. Conduziu-me numa aventura pelas origens dos Açores, despertando em mim a vontade de querer descobrir mais sobre os antepassados da minha gente e da minha terra. Um policial, cujo enredo nos mantém presos à história, onde o mistério e o suspense imperam, culminando num desfecho surpreendente e inesperado. A meu ver, é uma obra com todo o potencial cinematográfico. No futuro, gostava de vê-la representada nas telas de cinema.
~ Lucília Pinheiro (sobre Capítulo 41)


“É assim o livro açoriano do açoriano Almeida Maia. Capítulos curtos, ritmo veloz, umas tantas personagens a avançar em muitas frentes com História e lendas, mensagens misteriosas, sudokus, segredos, descobertas e Descobrimentos, elementos que, como num puzzle, têm que ser encaixados uns nos outros. Terroristas, assassinos e polícias, historiadores, mulheres sedutoras, personagens dúbias e as ilhas em fundo… e no meio e ao lado, todo este livro transpira Açores – e são lindos!”
~ Carla M. Soares (sobre Capítulo 41)


“Pensem em todos os filmes de aventuras que já viram, todas as séries policiais que acompanharam, todas as bandas desenhadas míticas que leram, e imaginem tudo isso passado em nove ilhas paradisíacas a meio caminho entre a Europa e a América.”
~ Ana Saragoça (sobre Capítulo 41)


“O Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida de Pedro Almeida Maia trouxe-me a melancolia dessas leituras longínquas, desgarradas e anárquicas, sempre sôfregas. É bom saber que os lugares imaginários nunca morrem em nós e que se (re)visitam com a facilidade de um salto mental.”
~ Cristina Drios (sobre Capítulo 41)


“O livro é um policial, se eu fosse italiana diria tratar-se de un libro giallo (um livro amarelo, ficaram curiosos?) e, porque é um policial, não vou ser desmancha-prazeres (sou exímia a guardar segredos) e não vou falar da intriga, da acção, do enredo, da história, da estória (…), do estilo veloz da narrativa que imprime velocidade à leitura, o suspense bem doseado, dos diálogos, do ambiente de conspiração, da cadência da acção, da sequência de imagens e dos planos bem gizados, tanto que dizê-lo cinematográfico lhe assenta bem, eu fiz o filme.”
~ Raquel Serejo Martins (sobre Capítulo 41)


“A viagem que fiz com o livro do Pedro Almeida Maia entusiasmou-me e atiçou-me as saudades dos cenários extraordinários onde se desenrola a aventura do Capítulo 41. Já há uns anos que não vou àquela “Atlântida”, quase a meio caminho entre dois continentes.”
~ Paulo M. Morais (sobre Capítulo 41)


Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida levou-me numa viagem alucinante e vertiginosa pelas paisagens açorianas, sempre num ritmo entusiasmante de ação e apresentação de fatos surpreendentes. Um livro que levanta questões fascinantes sobre os Açores, numa visão fresca e inovadora daquele arquipélago, num estilo de escrita empolgante e cativante. Recomendo vivamente!”
~ Hélder Medeiros (sobre Capítulo 41)


“Nos Açores, sobressai a continuidade de estilo e de tema nos novos romances de Pedro Almeida Maia, Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida, e Paula de Sousa Lima, Mas Deus não dá licença que partamos, autores cuja arte de escrita abre novos horizontes ao romance açoriano, especialmente, sobretudo o primeiro autor, na superação do labirinto de tristeza, saudade e melancolia de que a literatura açoriana tem vivido”.
~ Miguel RealJornal de Letras (sobre Capítulo 41)


“O livro de Pedro Almeida Maia Capítulo 41 prende-nos à sequência estonteante de aventuras que perseguem os diferentes protagonistas. Para além de não sabermos sequer o significado do título até muito perto do final, nada é bem o que parece. A página seguinte dá sempre uma reviravolta, com novos motivos e adensando o enredo. Passando-se tudo isto na Atlân… nos Açores! e em cenários que bem conhecemos. Ler este livro é instrutivo e é um tempo bem passado. Mais do que uma história policial, é um ponto de partida para a História!”
~ Frederico Cardigos (sobre Capítulo 41)


“Este Capítulo 41, em conjunto com o Bom Tempo no Canal, já que os dois são indissociáveis no estilo, nos personagens e nos ambientes, fica a constituir um marco na literatura de ficção dos Açores. (…) Tem todos os ingredientes para a sua universalização e é a prova provada de que, com qualidade e criatividade, os acontecimentos, ao pé da porta, no mais puro regionalismo, podem alcançar a mais ampla projecção, sem tempo nem lugar. É aquilo que eu classifico de regionalismo universalizante. (…) Se a Geotermia é o futuro de energia com a força que o passado acumulou no centro da Terra, a redescoberta da Atlântida é a força do passado nas lendas e narrativas que pode mudar o curso e a leitura da História dos Açores tal como a conhecemos hoje.”
~ Santos NarcisoCorreio dos Açores (sobre Capítulo 41)


“Tal como a Lenda da Atlântida de Platão, o Capitulo 41 de Almeida Maia despertará o espírito humano para a busca milenar dos mistérios que envolvem, a ainda enigmática Atlântida. Uma obra que despertará a curiosidade de todos os açorianos… afinal, vestígios da Atlântida poderão estar à frente dos nossos olhos, atrás de nós ou mesmo aos nossos pés!”
~ Sandra de Sousa Bairos (sobre Capítulo 41)


“Capítulos há muitos, mas este, o Capítulo 41 de Almeida Maia, é o capítulo que faltava no seu primeiro livro e na literatura açoriana. O novo livro deste nosso autor açoriano revela, novamente, a sua capacidade de prender ao leitor ao livro e de criar um enredo tão bem enredado que é impossível colocá-lo de lado. A literatura açoriana está, certamente, mais rica com este novo escritor.”
~ Patrícia Carreiro (sobre Capítulo 41)


“O Bom Tempo no Canal é um filme feito com palavras, diria até que as palavras são um desfile de imagens, cheias de ação, desfilando encadeadas, como no cinema.”
~ José França (Realizador)


“Maia ampliou o género policial no romance açoriano (…), existe um orgulho fortíssimo na paisagem açoriana, uma das mais belas do mundo, exuberantemente elogiada em Bom Tempo no Canal.”
~ Miguel Real, Jornal de Letras (sobre Bom Tempo no Canal)


“Eu acredito neste livro desde a primeira hora que o li. Quem disse que não é possível escrever ao melhor estilo nas nossas ilhas? Bom Tempo no Canal é um texto que nos convida a mergulhar nas ilhas dos Açores, escrito num estilo cinematográfico, com um andamento entre a literatura policial e o suspense, que nos leva a passar bons momentos de entretenimento e de lazer.”
~ Luís Soares Almeida (sobre Bom Tempo no Canal)


“Fez-se bom tempo: no canal. Fez-se luz: e Almeida Maia escreveu. Um livro com a pujança necessária para levar os Açores mais longe; um livro capaz de nos prender sem nos apercebermos. Suspense, drama. E muito mais. Vale a pena ler estas páginas.”
~ Patrícia Carreiro (sobre Bom Tempo no Canal)


“Nas nossas ilhas tão tranquilas, tão familiares, onde nos parece que nunca se passa nada….algo se passa, afinal! E não é nada de bom, acreditem. É preciso desvendar este caso!”
~ Catia Benedetti (sobre Bom Tempo no Canal)


“Este livro fantástico, enraizado nas entranhas das terras açorianas, conduz-nos, de forma inebriante e cativante, através de uma seiva geotérmica de suspense. Não é possível parar. O enredo deste livro vai-nos prendendo nos frondosos ramos que vai tecendo e que nos transportam até paisagens de sonho, onde os frutos da aventura se apresentam para deleite dos nossos sentidos. Com este livro, Almeida Maia estimula a nossa imaginação e leva longe as gentes e as terras dos Açores. Numa palavra: Extraordinário!”
~ Célia Barreto Carvalho (sobre Bom Tempo no Canal)


“Terminei a leitura desta conspiração maravilhosa, que nos leva a vaguear entre a realidade e a ficção, que com toda a certeza alcançará muitos fãs. A sua escrita cativante embrenha-nos ávidos e, quando cheguei ao fim, fiquei com pena, porque queria mais! A história apresenta todos os ingredientes que me atraem: suspense e policial, onde o tema e a sensibilidade da escrita faz sentir que esta história podia ser transportada para a realidade.”
~ Sandra de Sousa Bairos (sobre Bom Tempo no Canal)


“O primeiro trabalho literário de Pedro Almeida Maia é diferente em tudo: na forma de escrita, nos factos narrados, na inovação e na forma de nos captar a atenção. Arrisco-me, sem medo de represálias, a dizer que está num estilo próximo ao romance de Dan Brown, por exemplo. (…) É um trabalho excelente e envolvente que não nos deixa parar de ler. (…) Fantástico, este livro.”
~ Patrícia Carreiro, jornal Terra Nostra (sobre Bom Tempo no Canal)


“Parece-me ser o primeiro livro das letras modernas escrito por um ilhéu açoriano, mas capaz de conquistar estes 9 mundos e seguir caminho, conquistando continentais, diáspora… e o mais que a tradução alcance.”
~ Lisa Garcia, blogue :ILHAS (sobre Bom Tempo no Canal)


“(…) a história deste livro trespassa a nossa experiência coletiva de leitores de livros escritos nos Açores – as seculares brumas da memória – e leva-nos a conhecer um novo estilo despontante, arejado, cinematográfico, intenso, e ao mesmo tempo arrojado e desvinculado do nosso escol literário secular. (…) Leio e recomendo a todos. Você, caro leitor, também, pois a energia agora começou.”
~ Luís Soares Almeida, Açoriano Oriental (sobre Bom Tempo no Canal)


“(…) Comprei-o ontem, li-o hoje! E isto diz muito do que é a sua narrativa. Numa palavra: empolgante, noutra (até porque não sou homem de poucas palavras!): arrebatadora! Muitos parabéns pela imaginação e pelo encadeamento das sequências narradas, pelo estilo imposto e pelas descrições feitas. Parabéns pelo léxico usado e pelo ritmo imposto. São fascinantes. Congratulo-o, ainda, pelo conhecimento (nalguns casos, profundo) que revela acerca de tantos pontos de interesse destas ilhas maravilhosas e pelas quais, também eu, me apaixonei!”
~ Telmo R. Nunes (sobre Bom Tempo no Canal)


“Li o Bom Tempo no Canal (…) e é excelente! Mais uma vez os meus parabéns, o promenor das descrições, o enredo, a técnica dos capítulos curtos mas muito bem interligados, em que nada escapa e tudo tem uma sequência roçando o real, divertiu-me imenso. Quando começamos, custa-nos interromper, recomendo aos meus amigos.”
~ Víctor Frazão Ramos (sobre Bom Tempo no Canal)


“Tenho a dizer que estou fascinada. Está escrito de uma forma contagiante, viciante ou seja, sublime. A descrição dos pormenores que nos passam geralmente despercebidos estão realçados de uma forma fantástica. (…) Recomendo que o leiam.”
~ Maria Frazão Pereira (sobre Bom Tempo no Canal)


“Lido! Gostei, enredo engraçado, com os diversos elementos para uma trama bem urdida. Só gostava que tivesse dado mais ‘umas voltas’, acabou demasiado rápido!”
~ Abel Carreiro (sobre Bom Tempo no Canal)


“Pedro Almeida Maia… Um alquimista da Palavra…”
~ Armando Moreira (sobre Bom Tempo no Canal)


“(…) uma narrativa onde a conspiração e a acção são uma constante ao longo de toda a história que decorre na Região Autónoma dos Açores, cujo tema central é a energia geotérmica. Ao longo de toda a obra, o autor vai assinalando e contando um pouco da história destas magníficas ilhas. E neste ponto, penso que se peca por excesso. Durante páginas e páginas deparámos com descrições e enumerações de paisagens e produtos típicos da região. Se o objectivo da obra era dar a conhecer a Região e os seus produtos, este objectivo foi amplamente conseguido. Porém, há situações em que a conspiração e a acção quase que passam para segundo plano. (…) é notório que estamos perante um autor que revela qualidade mais do que suficiente para construir uma carreira de sucesso. Certamente ainda haveremos de o ver em lugares de destaque no panorama literário português. Gostei! Parabéns ao autor pela obra!”
~ Paula Teixeira, blogue Viajar pela Leitura (sobre Bom Tempo no Canal)



“Mergulhaste nas profundezas destas ilhas e trouxeste contigo toda esta energia que conspira a favor de todos e do todo. Ainda me encontro em estado crítico, enebriada por sensações de enorme felicidade. Por ouvir, ler e sentir a forma como todas as pessoas te acarinharam e acarinham. Parabéns por este maravilhoso trabalho e por partilhares com todos nós essa força.”
~ Zulmira Almeida (sobre Bom Tempo no Canal)


“Adorei o livro. Viciante, com linguagem simples, sem muita descrição, descrição suficiente para nos sentirmos como se estivéssemos a ver o acontecimento à nossa frente! Confesso não ser fã de leitura mas fiquei viciada e rapidamente o li… Quem não comprou, compre-o! Quem tem e não leu, leia-o! Fico à espera do próximo!
~ Rita Vieira (sobre Bom Tempo no Canal)


“Devo dizer que dediquei um fim de semana a lê-lo, porque assim que iniciamos é difícil parar, e mal posso esperar pelo lançamento do próximo. Este livro leva-nos a conhecer particularidades das várias ilhas dos Açores, como também nos envolve numa enorme aventura onde o mistério e o suspense reinam de tal forma que nos fazem sentir como espetadores de um filme entusiasmante e viciante. Muitas palavras poderiam descrer este livro, mas neste momento ocorre-me esta: sensacional!!! Recomendo a 100%.”
~ Verónica Rego (sobre Bom Tempo no Canal)


“O teu livro apoderou-se de mim, do principio ao fim! O pormenor com que descreves cada ilha e transmites informações acerca dos seus locais, foi muito instrutivo. O enredo, fenomenal! Surpreendente até ao final! A descrição dos cenários, fabulosa! (…) Fiquei muito triste por ter acabado o livro… quero mais… quero mais!”
~ Cláudia Chaves Neves (sobre Bom Tempo no Canal)


“Parabéns pelo livro, parabéns pela exelente cerimónia de lançamento. Foi “espetacular”, ouvimos música da nossa gente, um tema de Zeca Medeiros interpretado pelo enorme talento e voz de Bárbara Azevedo, a peça de teatro das Descalças Cooperativa Cultural cativou certamente qualquer pessoa a ler o livro. Mais uma vez, parabéns!”
~ Rui Sousa (sobre Bom Tempo no Canal)


“Fui ao lançamento e adorei!!! Foi um evento fantástico, pleno de boa disposição e onde se respirou literatura e cultura no seu melhor! Realmente fez muito bom tempo na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada neste final de tarde. Estou muito curiosa em relação ao livro! Os meus Parabéns pelo lançamento do livro e pelo aniversário! Votos dos maiores sucessos e felicidades.”
~ Sónia Fravica (sobre Bom Tempo no Canal)


“Gostei muito do evento do lançamento e será inesquecível para todas as pessoas que lá estiveram. Apesar de ser noite, o sol brilhou como num dia de PrimaVera. Fez-se Bom Tempo no Canal com muita alegria e esperança.”
~ Vera Benevides (sobre Bom Tempo no Canal)


“Fez com que me prendesse e quisesse ler sempre mais, o entusiasmante enredo fez com que parecesse que estava a assistir a um surpreendente filme que tem como pano de fundo as nossas ilhas… os nossos Açores!! Pela primeira vez, arrepiei-me ao ler um livro, deixando-me seduzir pelas tuas palavras ricas, pela tua dedicação em apenas 5 meses, pelo teu conhecimento e procura pelo mesmo! (…) É de salientar a tua forma espectacular de nos descreveres factos históricos, inserindo-nos de uma forma mais completa e dando a conhecer a muitos de nós a história de locais fantásticos que todos nós conhecemos mas que a sua história desconhecíamos!! (…) Que o Bom Tempo no Canal não fique por aqui!!”
~ Maria Freitas (sobre Bom Tempo no Canal)


“Concluí a viagem que o teu livro nos proporciona. Estou encantado com a narração, descrição e envolvimento dos diversos locais, de diferentes ilhas, que introduziste na história. Achei surpreendente a facilidade com que referes e envolves alguns pontos muito importantes no nosso turismo, como o Algar do Carvão, a Lagoa do Capitão, Porto das Poças, o Caldeirão na ilha do Corvo, em São Jorge o Vulcão da Urzelina, na Graciosa a Baleia de Pedra e a Furna do Enxofre… Bem, é decididamente um Livro para Insulares, mas tambem para os restantes leitores do Mundo.”
~ André Anglin Botelho (sobre Bom Tempo no Canal)


“Os meus sinceros parabéns! Para um primeiro romance (ou segundo, ou terceiro….) está excelente. Na minha opinião rivaliza com os autores mais conceituados em Portugal. Até diria que em termos de escrita e argumento é bem melhor. Não pare…. continue pois acho que pode ter muito sucesso. (…) Em futuras edições acho que devia optar por um formato mais tradicional, i.e., um tamanho mais reduzido. Numa primeira abordagem ao livro parece um livro técnico. Creio que não desperta muita curiosidade. (…) Gostei muito e acho que está excelentemente escrito. Garanto que compro o seu próximo romance.”
~ João Pedro Almeida (sobre Bom Tempo no Canal)


2 opiniões sobre “Testemunhos

  1. A” Viagem de Juno”, foi mais uma obra que me encantou, transmitindo aquele prazer, que só um bom livro, é capaz de transportar. Almeida Maia apresenta mais um excelente trabalho, com uma temática, que nos preocupa, e está na agenda dos nossos dias. – a problemática ambiental/gestão de recursos naturais – A criatividade do autor forma uma simbiose perfeita, criando como “palco principal”, o cenário das nossas ilhas, navegando por este mundo, toda a história do livro, e prevendo de uma forma incrível, acontecimentos muito recentes. Exemplo disso, a situação critica, que se vive em Hong Kong, a evolução do Brexit em Inglaterra…entre outras. A não perder esta viagem…. Muitos Parabéns, nunca pares de escrever……..Carlos Andrade, amigo, vizinho e admirador incondicional dos teus trabalhos.

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