Testemunhos

Nove Estações é um pequeno livro sobre uma história de amor cheia de mistério e impulsionada por um poema enigmático. Esta viagem vai levar-nos através das nove ilhas dos Açores. Ficará tão encantado com a Desirée que não vai querer largar o livro enquanto não chegar à estação final.”
~ Pedro Silveira


Nove Estações é um livro para se ler de um só fôlego. Uma viagem pelas nove ilhas dos Açores pintada com a mestria das palavras de Pedro Almeida Maia. Um périplo de aprendizagem, magia e curiosidade!”
~ Amélia Meireles


Capítulo 41 é um romance policial absorvente e inebriante. Conduziu-me numa aventura pelas origens dos Açores, despertando em mim a vontade de querer descobrir mais sobre os antepassados da minha gente e da minha terra. Um policial, cujo enredo nos mantém presos à história, onde o mistério e o suspense imperam, culminando num desfecho surpreendente e inesperado. A meu ver, é uma obra com todo o potencial cinematográfico. No futuro, gostava de vê-la representada nas telas de cinema.
~ Lucília Pinheiro


“Relativamente a Almeida Maia, ele tem a capacidade de, no urdir do enredo, associar um saudável regionalismo a um assumido universalismo, fugindo de lugares comuns, sem nunca abandonar a matriz insular que enforma a sua escrita.”
~ Santos Narciso in Diário dos Açores, 27 de abril de 2015


“Nove estações: nove descobertas, nove ilhas, mais do que nove momentos de suspense neste novo livro do açoriano Pedro Almeida Maia. Quando se pensa que se descobriu tudo sobre as personagens deste livro, eis que surge o final mais inesperado de sempre.”
~ Patrícia Carreiro (EscreVIVER (n)os Açores)


“Pedro Almeida Maia, o escritor, é uma voz viva, enérgica, que manobra, com mestria, a imaginação de quem o lê. Pedro Almeida Maia, o homem, tem o sorriso solto de quem se dá e entrega, com afinco, ao que gosta de fazer – escrever, comunicar, criar mundos que nos abrem, a nós, outras visões do mundo e formas diferentes de sonhar.”
~ Sónia Alcaso


“É assim o livro açoriano do açoriano Almeida Maia. Capítulos curtos, ritmo veloz, umas tantas personagens a avançar em muitas frentes com História e lendas, mensagens misteriosas, sudokus, segredos, descobertas e Descobrimentos, elementos que, como num puzzle, têm que ser encaixados uns nos outros. Terroristas, assassinos e polícias, historiadores, mulheres sedutoras, personagens dúbias e as ilhas em fundo… e no meio e ao lado, todo este livro transpira Açores – e são lindos!”
~ Carla M. Soares


“Pensem em todos os filmes de aventuras que já viram, todas as séries policiais que acompanharam, todas as bandas desenhadas míticas que leram, e imaginem tudo isso passado em nove ilhas paradisíacas a meio caminho entre a Europa e a América.”
~ Ana Saragoça


“O Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida de Pedro Almeida Maia trouxe-me a melancolia dessas leituras longínquas, desgarradas e anárquicas, sempre sôfregas. É bom saber que os lugares imaginários nunca morrem em nós e que se (re)visitam com a facilidade de um salto mental.”
~ Cristina Drios


“O livro é um policial, se eu fosse italiana diria tratar-se de un libro giallo (um livro amarelo, ficaram curiosos?) e, porque é um policial, não vou ser desmancha-prazeres (sou exímia a guardar segredos) e não vou falar da intriga, da acção, do enredo, da história, da estória (…), do estilo veloz da narrativa que imprime velocidade à leitura, o suspense bem doseado, dos diálogos, do ambiente de conspiração, da cadência da acção, da sequência de imagens e dos planos bem gizados, tanto que dizê-lo cinematográfico lhe assenta bem, eu fiz o filme.”
~ Raquel Serejo Martins


“A viagem que fiz com o livro do Pedro Almeida Maia entusiasmou-me e atiçou-me as saudades dos cenários extraordinários onde se desenrola a aventura do Capítulo 41. Já há uns anos que não vou àquela “Atlântida”, quase a meio caminho entre dois continentes.”
~ Paulo M. Morais


Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida levou-me numa viagem alucinante e vertiginosa pelas paisagens açorianas, sempre num ritmo entusiasmante de ação e apresentação de fatos surpreendentes. Um livro que levanta questões fascinantes sobre os Açores, numa visão fresca e inovadora daquele arquipélago, num estilo de escrita empolgante e cativante. Recomendo vivamente!”
~ Hélder Medeiros


“Nos Açores, sobressai a continuidade de estilo e de tema nos novos romances de Pedro Almeida Maia, Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida, e Paula de Sousa Lima, Mas Deus não dá licença que partamos, autores cuja arte de escrita abre novos horizontes ao romance açoriano, especialmente, sobretudo o primeiro autor, na superação do labirinto de tristeza, saudade e melancolia de que a literatura açoriana tem vivido”.
~ Miguel Real in Jornal de Letras, n.º 1130


“O livro de Pedro Almeida Maia Capítulo 41 prende-nos à sequência estonteante de aventuras que perseguem os diferentes protagonistas. Para além de não sabermos sequer o significado do título até muito perto do final, nada é bem o que parece. A página seguinte dá sempre uma reviravolta, com novos motivos e adensando o enredo. Passando-se tudo isto na Atlân… nos Açores! e em cenários que bem conhecemos. Ler este livro é instrutivo e é um tempo bem passado. Mais do que uma história policial, é um ponto de partida para a História!”
~ Frederico Cardigos


“Este Capítulo 41, em conjunto com o Bom Tempo no Canal, já que os dois são indissociáveis no estilo, nos personagens e nos ambientes, fica a constituir um marco na literatura de ficção dos Açores. (…) Tem todos os ingredientes para a sua universalização e é a prova provada de que, com qualidade e criatividade, os acontecimentos, ao pé da porta, no mais puro regionalismo, podem alcançar a mais ampla projecção, sem tempo nem lugar. É aquilo que eu classifico de regionalismo universalizante. (…) Se a Geotermia é o futuro de energia com a força que o passado acumulou no centro da Terra, a redescoberta da Atlântida é a força do passado nas lendas e narrativas que pode mudar o curso e a leitura da História dos Açores tal como a conhecemos hoje.”
~ Santos Narciso (Diretor-adjunto jornal Correio dos Açores)


“O Bom Tempo no Canal é um filme feito com palavras, diria até que as palavras são um desfile de imagens, cheias de ação, desfilando encadeadas, como no cinema.”
~ José França (Realizador)


“Tal como a Lenda da Atlântida de Platão, o Capitulo 41 de Almeida Maia despertará o espírito humano para a busca milenar dos mistérios que envolvem, a ainda enigmática Atlântida. Uma obra que despertará a curiosidade de todos os açorianos… afinal, vestígios da Atlântida poderão estar à frente dos nossos olhos, atrás de nós ou mesmo aos nossos pés!”
~ Sandra de Sousa Bairos (Diretora Editorial)


“Capítulos há muitos, mas este, o Capítulo 41 de Almeida Maia, é o capítulo que faltava no seu primeiro livro e na literatura açoriana. O novo livro deste nosso autor açoriano revela, novamente, a sua capacidade de prender ao leitor ao livro e de criar um enredo tão bem enredado que é impossível colocá-lo de lado. A literatura açoriana está, certamente, mais rica com este novo escritor.”
~ Patrícia Carreiro (EscreVIVER (n)os Açores)


“Maia ampliou o género policial no romance açoriano (…), existe um orgulho fortíssimo na paisagem açoriana, uma das mais belas do mundo, exuberantemente elogiada em Bom Tempo no Canal.”
~ Miguel Real in Jornal de Letras, n.º 1096


“Eu acredito neste livro desde a primeira hora que o li. Quem disse que não é possível escrever ao melhor estilo nas nossas ilhas? Bom Tempo no Canal é um texto que nos convida a mergulhar nas ilhas dos Açores, escrito num estilo cinematográfico, com um andamento entre a literatura policial e o suspense, que nos leva a passar bons momentos de entretenimento e de lazer.”
~ Luís Almeida (Diretor Bertrand Ponta Delgada)


“Fez-se bom tempo: no canal. Fez-se luz: e Almeida Maia escreveu. Um livro com a pujança necessária para levar os Açores mais longe; um livro capaz de nos prender sem nos apercebermos. Suspense, drama. E muito mais. Vale a pena ler estas páginas.”
~ Patrícia Carreiro (EscreVIVER (n)os Açores)


“Nas nossas ilhas tão tranquilas, tão familiares, onde nos parece que nunca se passa nada….algo se passa, afinal! E não é nada de bom, acreditem. É preciso desvendar este caso!”
~ Catia Benedetti (Universidade dos Açores)


“Este livro fantástico, enraizado nas entranhas das terras açorianas, conduz-nos, de forma inebriante e cativante, através de uma seiva geotérmica de suspense. Não é possível parar. O enredo deste livro vai-nos prendendo nos frondosos ramos que vai tecendo e que nos transportam até paisagens de sonho, onde os frutos da aventura se apresentam para deleite dos nossos sentidos. Com este livro, Almeida Maia estimula a nossa imaginação e leva longe as gentes e as terras dos Açores. Numa palavra: Extraordinário!”
~ Célia Barreto Carvalho (Psicóloga / Universidade dos Açores)


“Terminei a leitura desta conspiração maravilhosa, que nos leva a vaguear entre a realidade e a ficção, que com toda a certeza alcançará muitos fãs. A sua escrita cativante embrenha-nos ávidos e, quando cheguei ao fim, fiquei com pena, porque queria mais! A história apresenta todos os ingredientes que me atraem: suspense e policial, onde o tema e a sensibilidade da escrita faz sentir que esta história podia ser transportada para a realidade.”
~ Sandra de Sousa Bairos (Diretora Editorial)


“O primeiro trabalho literário de Pedro Almeida Maia é diferente em tudo: na forma de escrita, nos factos narrados, na inovação e na forma de nos captar a atenção. Arrisco-me, sem medo de represálias, a dizer que está num estilo próximo ao romance de Dan Brown, por exemplo. (…) É um trabalho excelente e envolvente que não nos deixa parar de ler. (…) Fantástico, este livro.”
~ Patrícia Carreiro in Terra Nostra, 29 de Junho de 2012


“Parece-me ser o primeiro livro das letras modernas escrito por um ilhéu açoriano, mas capaz de conquistar estes 9 mundos e seguir caminho, conquistando continentais, diáspora… e o mais que a tradução alcance.”
~ Lisa Garcia in blogue :ILHAS


“(…) a história deste livro trespassa a nossa experiência coletiva de leitores de livros escritos nos Açores – as seculares brumas da memória – e leva-nos a conhecer um novo estilo despontante, arejado, cinematográfico, intenso, e ao mesmo tempo arrojado e desvinculado do nosso escol literário secular. (…) Leio e recomendo a todos. Você, caro leitor, também, pois a energia agora começou.”
~ Luís Almeida in Açoriano Oriental, 05 de Julho de 2012


“(…) Comprei-o ontem, li-o hoje! E isto diz muito do que é a sua narrativa. Numa palavra: empolgante, noutra (até porque não sou homem de poucas palavras!): arrebatadora! Muitos parabéns pela imaginação e pelo encadeamento das sequências narradas, pelo estilo imposto e pelas descrições feitas. Parabéns pelo léxico usado e pelo ritmo imposto. São fascinantes. Congratulo-o, ainda, pelo conhecimento (nalguns casos, profundo) que revela acerca de tantos pontos de interesse destas ilhas maravilhosas e pelas quais, também eu, me apaixonei!”
~ Telmo Nunes (Professor de Língua Portuguesa)


“Li o Bom Tempo no Canal (…) e é excelente! Mais uma vez os meus parabéns, o promenor das descrições, o enredo, a técnica dos capítulos curtos mas muito bem interligados, em que nada escapa e tudo tem uma sequência roçando o real, divertiu-me imenso. Quando começamos, custa-nos interromper, recomendo aos meus amigos.”
~ Víctor Frazão Ramos


“Tenho a dizer que estou fascinada. Está escrito de uma forma contagiante, viciante ou seja, sublime. A descrição dos pormenores que nos passam geralmente despercebidos estão realçados de uma forma fantástica. (…) Recomendo que o leiam.”
~ Maria Frazão Pereira


“Lido! Gostei, enredo engraçado, com os diversos elementos para uma trama bem urdida. Só gostava que tivesse dado mais ‘umas voltas’, acabou demasiado rápido!”
~ Abel Carreiro


“Pedro Almeida Maia… Um alquimista da Palavra…”
~ Armando Moreira


“(…) uma narrativa onde a conspiração e a acção são uma constante ao longo de toda a história que decorre na Região Autónoma dos Açores, cujo tema central é a energia geotérmica. Ao longo de toda a obra, o autor vai assinalando e contando um pouco da história destas magníficas ilhas. E neste ponto, penso que se peca por excesso. Durante páginas e páginas deparámos com descrições e enumerações de paisagens e produtos típicos da região. Se o objectivo da obra era dar a conhecer a Região e os seus produtos, este objectivo foi amplamente conseguido. Porém, há situações em que a conspiração e a acção quase que passam para segundo plano. (…) é notório que estamos perante um autor que revela qualidade mais do que suficiente para construir uma carreira de sucesso. Certamente ainda haveremos de o ver em lugares de destaque no panorama literário português. Gostei! Parabéns ao autor pela obra!”
~ Paula Teixeira in blogue Viajar pela Leitura


“Mergulhaste nas profundezas destas ilhas e trouxeste contigo toda esta energia que conspira a favor de todos e do todo. Ainda me encontro em estado crítico, enebriada por sensações de enorme felicidade. Por ouvir, ler e sentir a forma como todas as pessoas te acarinharam e acarinham. Parabéns por este maravilhoso trabalho e por partilhares com todos nós essa força.”
~ Zulmira Almeida


“Adorei o livro. Viciante, com linguagem simples, sem muita descrição, descrição suficiente para nos sentirmos como se estivéssemos a ver o acontecimento à nossa frente! Confesso não ser fã de leitura mas fiquei viciada e rapidamente o li… Quem não comprou, compre-o! Quem tem e não leu, leia-o! Fico à espera do próximo!”
~ Rita Vieira


“Devo dizer que dediquei um fim de semana a lê-lo, porque assim que iniciamos é difícil parar, e mal posso esperar pelo lançamento do próximo. Este livro leva-nos a conhecer particularidades das várias ilhas dos Açores, como também nos envolve numa enorme aventura onde o mistério e o suspense reinam de tal forma que nos fazem sentir como espetadores de um filme entusiasmante e viciante. Muitas palavras poderiam descrer este livro, mas neste momento ocorre-me esta: sensacional!!! Recomendo a 100%.”
~ Verónica Rego


“O teu livro apoderou-se de mim, do principio ao fim! O pormenor com que descreves cada ilha e transmites informações acerca dos seus locais, foi muito instrutivo. O enredo, fenomenal! Surpreendente até ao final! A descrição dos cenários, fabulosa! (…) Fiquei muito triste por ter acabado o livro… quero mais… quero mais!”
~ Cláudia Chaves Neves


“Parabéns pelo livro, parabéns pela exelente cerimónia de lançamento. Foi “espetacular”, ouvimos música da nossa gente, um tema de Zeca Medeiros interpretado pelo enorme talento e voz de Bárbara Azevedo, a peça de teatro das Descalças Cooperativa Cultural cativou certamente qualquer pessoa a ler o livro. Mais uma vez, parabéns!”
~ Rui Sousa


Fui ao lançamento e adorei!!! Foi um evento fantástico, pleno de boa disposição e onde se respirou literatura e cultura no seu melhor! Realmente fez muito bom tempo na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada neste final de tarde. Estou muito curiosa em relação ao livro! Os meus Parabéns pelo lançamento do livro e pelo aniversário! Votos dos maiores sucessos e felicidades.”
~ Sónia Fravica


“Gostei muito do evento do lançamento e será inesquecível para todas as pessoas que lá estiveram. Apesar de ser noite, o sol brilhou como num dia de PrimaVera. Fez-se Bom Tempo no Canal com muita alegria e esperança.”
~ Vera Benevides


“O livro fez com que me prendesse e quisesse ler sempre mais, o entusiasmante enredo fez com que parecesse que estava a assistir a um surpreendente filme que tem como pano de fundo as nossas ilhas… os nossos Açores!! Pela primeira vez, arrepiei-me ao ler um livro, deixando-me seduzir pelas tuas palavras ricas, pela tua dedicação em apenas 5 meses, pelo teu conhecimento e procura pelo mesmo! (…) É de salientar a tua forma espectacular de nos descreveres factos históricos, inserindo-nos de uma forma mais completa e dando a conhecer a muitos de nós a história de locais fantásticos que todos nós conhecemos mas que a sua história desconhecíamos!! (…) Que o Bom Tempo no Canal não fique por aqui!!”
~ Maria Freitas


“Concluí a viagem que o teu livro nos proporciona. Estou encantado com a narração, descrição e envolvimento dos diversos locais, de diferentes ilhas, que introduziste na história. Achei surpreendente a facilidade com que referes e envolves alguns pontos muito importantes no nosso turismo, como o Algar do Carvão, a Lagoa do Capitão, Porto das Poças, o Caldeirão na ilha do Corvo, em São Jorge o Vulcão da Urzelina, na Graciosa a Baleia de Pedra e a Furna do Enxofre… Bem, é decididamente um Livro para Insulares, mas tambem para os restantes leitores do Mundo.”
~ André Anglin Botelho


“Os meus sinceros parabéns! Para um primeiro romance (ou segundo, ou terceiro….) está excelente. Na minha opinião rivaliza com os autores mais conceituados em Portugal. Até diria que em termos de escrita e argumento é bem melhor. Não pare…. continue pois acho que pode ter muito sucesso. (…) Em futuras edições acho que devia optar por um formato mais tradicional, i.e., um tamanho mais reduzido. Numa primeira abordagem ao livro parece um livro técnico. Creio que não desperta muita curiosidade. (…) Gostei muito e acho que está excelentemente escrito. Garanto que compro o seu próximo romance.”
~ João Pedro Almeida


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Um escritor que não viaja, não escreve: circunscreve-se.