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Pedro Almeida Maia (Ponta Delgada, 1979) is a Portuguese organizational psychologist and author. His fifth book, Ilha-América (2020), has been praised as “another great novel enriching the Azorean literature (Santos Narciso, Atlântico Expresso) or a “fundamental novel of our canon, of our History” (Vamberto Freitas, Açoriano Oriental).

Pedro Almeida Maia by André Furtado

He won the Letras em Movimento (2010) and Discover Azores (2014) literary prizes, was selected for both the LabJovem Showcase (2014) and the Antologia de Contos do Centro de Estudos Mário Cláudio (2018), and three of his books are in the Azores Regional Reading Plan.

He was considered Writer of The Year 2014 by the Correio dos Açores newspaper, and “a respectable voice of the new literature of these islands” (Onésimo Teotónio Almeida, Diário de Notícias), “together with the best contemporary Portuguese writers” (Telmo R. Nunes, Portuguese Times) and “at the center of this literary hurricane that will certainly mark 21st century Azorean literature” (Miguel Real, Jornal de Letras).

Com Vamberto Freitas e Onésimo Teotónio Almeida, na apresentação de Ilha-América, em Ponta Delgada (2020)

He started his literary course by writing for music, in 1996. Begun chronicle writing dedicated to arts in 2011, under “Pavilhão Auricular” in Terra Nostra, and the satire of “Cronicista” in Fazendo newspaper. His first book was published in 2012, the crime novel Bom Tempo no Canal, followed by Capítulo 41 in 2013.

Com Miguel Real na FNAC Colombo, em Lisboa, no lançamento de Capítulo 41 (2013)

He writes other genres, such as children’s literature, poetry, short story and essay, having started screenwriting with the script for the Islanders TV series, produced by Ana Lopes and directed by Hugo França, having announced in 2019 the pilot episode “Under the Light”.

Nos Açores, nos anos recentes, Pedro Almeida Maia tem sido o autor que mais longe tem levado esta capacidade de contar (de um modo original) uma história singular, emprestando-lhe uma fluência sintática, uma imaginação semântica e uma impressionante maleabilidade conectiva entre as ideias, servidas por palavras encadeadas por uma portentosa liquidez, sempre avançando na ação para sempre retornar ao ponto de partida, reinterrogando de outro modo o que aparentemente já fora solucionado, desenhando, assim, um verdadeiro labirinto de conceções ideológicas a partir da caracterização das personagens e dos ambientes físicos no interior de um estilo realista. (…) Encontra-se no centro deste furacão literário que certamente marcará a literatura açoriana do século XXI. (…) Romance que merece ser lido tanto pelas qualidades intrínsecas, quanto, em continuidade com a obra de Pedro Almeida Maia pelos sulcos futuros que abrirá no horizonte do romance açoriano.”
~ Miguel Real

“Quem doseia assim os pormenores de uma história manuseia bem a arte de contar. (…) Tudo isto junto constitui um poderoso pacote de razões para recomendar vivamente a leitura deste livro e para saudar o seu autor, Pedro Almeida Maia, como uma respeitável voz da nova literatura destas ilhas.”
~ Onésimo Teotónio Almeida [texto completo]

“Pedro Almeida Maia já passou, com este IlhaAmérica, de uma promessa a um autor consolidado. Não queria estar no seu lugar. A sua responsabilidade literária está agora mais pesada, os seus leitores à espera de outros livros, como este, marcantes no seu percurso literário. Pela minha parte, vou ler ou reler parte da sua obra anterior. Está ele agora ao lado dos nossos melhores escritores, e nunca só dos Açores.”
~ Vamberto Freitas [texto completo]

“Mais um grande romance a enriquecer a literatura açoriana e que por ser açoriana não deixa de ser universal. (…) A força da escrita de Almeida Maia reside aqui mesmo, nesta sede de infinito que mora na mensagem que nos deixa, com a ilha a ser universo que busca um universo que seja ilha.”
~ Santos Narciso [texto completo]

“Segui os trâmites e as perdições deste herói mítico açoriano, a quem a América aconteceu, primeiro como um pesadelo e uma miragem, e depois como o sonho verdadeiro de uma vida. Gostei da história, da escrita ágil e bem-humorada (que me fez recordar a ideia difusa que eu tinha da história deste micaelense levado para Santa Maria).”
~ João de Melo