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A Nova Ilha-América

No dia em que se comemora sessenta anos de um enigmático voo da emigração ilegal açoriana, revela-se a capa do quinto romance do autor Almeida Maia, intitulado “Ilha-América”. Com a chancela Letras Lavadas, o enredo coloca os leitores na década de 1960, período áureo da ilha açoriana de Santa Maria e do seu aeroporto internacional, inspirando-se em episódios da aviação civil. A capa tem a assinatura do designer Miguel Maia.

Será disponibilizada informação adicional aquando do anúncio da pré-venda e da data de lançamento, além das respetivas medidas de segurança do evento.

O Abraço do Priolo

Como convidado do mês da revista literária eletrónica Enfermaria 6, Pedro Almeida Maia publicou o conto inédito intitulado “O Abraço do Priolo”, que pode ser lido na íntegra no blogue da publicação.

No conto, o autor açoriano iniciou-se em 2015, com “Batéis de Lava”, para a edição comemorativa do 180º aniversário do Açoriano Oriental. Seguiu-se “O Galheteiro de Prata”, selecionado para a Antologia de Contos do Centro de Estudos Mário Cláudio (2018), e “A Olaria da Esquina”, para a coletânea Este ano desembrulha o Natal (2019).

Conversas com Fringe

Os últimos meses têm sido invulgares, como se vivêssemos numa distopia inescapável. Os abraços foram substituídos por acenos, os sorrisos são agora píxeis num ecrã. Tal como inumeráveis eventos culturais do mundo inteiro, também o Azores Fringe Festival padecia de um provável adiamento, quiçá anulação — e, com ele, o encontro literário Pedras Negras.

Porém, graças à perseverança que a diferencia, a MiratecArts puxou do amor pelas artes, a mesma paixão que leva Terry Costa a galvanizar os Açores, e migrou para o digital. O desafio foi lançado e uniram-se as forças necessárias ao empreendimento. Em várias áreas, novos formatos emergiram, conceitos inovadores vingaram. No segmento da literatura, nasceu então a rubrica “Conversas com Escritores”.

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As conferências por videochamada tornaram-se uma estranha tendência invasiva, uma apropriação da propriedade privada e das estantes de uns e de outros, mas formaram simultaneamente uma teia que uniu os alheios — no caso das programações culturais, uma espécie de rede circense.

Estes diálogos on-line que contaram com doze escritores MiratecArts, uma amostra do seu imenso catálogo de artistas, formaram a malha dos amantes da escrita e mantiveram viva a emoção da partilha. Valeu a pena. Obrigado pelo convite para esta aventura.

Para os que não puderam assistir, ou desejem rever, podem aceder à página do Facebook da MiratecArts ou ao Instagram de Almeida Maia.

Novo livro em 2020

O texto para o novo trabalho de Almeida Maia encontra-se concluído e em preparação para publicação ainda em 2020. Simultaneamente, decorre o design gráfico, novamente a cargo do designer Miguel Maia, responsável pelas suas primeiras três capas.

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Simulação da capa (sem título), por D.er Miguel Maia

O autor e a editora Letras Lavadas revelarão oportunamente o título, a capa final e outros detalhes acerca deste quinto livro do psicólogo e escritor micaelense, assim como a data e o formato em que se realizará o lançamento.

Conversas com escritores

No ano de 2020, o Azores Fringe Festival manteve a sua agenda, migrando a maior parte dos eventos para as plataformas digitais. Na vertente da literatura, o escritor micaelense Pedro Almeida Maia irá moderar a rubrica “Conversas com Escritores” MiratecArts. Às terças-feiras, doze autores de várias ilhas açorianas juntam-se on-line para debater quatro temas, em quatro episódios.

A estreia será no dia 2 de junho, ao final de tarde, na página do facebook da MiratecArts, o endereço oficial para as produções desta associação cultura para o Fringe.

02 de junho: “Escrever versus omitir”, ou o que os escritores não dizem — com Diana Zimbron, Joel Neto e Nuno Costa Santos;
09 de junho: “A psicologia dos escritores”, ou se o ego também entra no texto — com Carolina Cordeiro, Diogo Ourique e Luís Rego;
16 de junho: “Os silêncios da literatura”, ou como se descrevem os vazios — com Carla Veríssimo, Pedro Paulo Câmara e Urbano Bettencourt;
23 de juno: “A invisibilidade dos leitores”, ou em quem pensam os escritores — com João Pedro Porto, Leonor Sampaio da Silva e Manuel Tomás.

O Azores Fringe Festival decorrerá de 29 de maio a 28 de junho, com programação única diária, no espírito de partilha original do que centenas de artistas açorianos andam a construir. Mais informação em: www.azoresfringe.com

“O Parto da Saudade” na grotta

O texto inédito “O Parto da Saudade”, de Almeida Maia, integra o quarto número da revista literária grotta — arquipélago de escritores, com destaque de capa. Num registo autobiográfico raro, o escritor micaelense descreve a sua vivência na costa oeste da República da Irlanda, durante uma crise habitacional, e as implicações de se viver numa ilha maior.

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Este número conta ainda com a vida e obra de J. H. Santos Barros, a poesia de Lucebert e a de Armando Emmanuel, entrevista ao crítico literário Vamberto Freitas, e um suplemento especial sobre o historiador norte-americano William Hickling Prescott.

A revista literária grotta é uma edição Letras Lavadas que conta com direção de Nuno Costa Santos e coordenação editorial de Diogo Ourique. O quarto número está disponível na loja on-line da editora, com entrega gratuita em todas as ilhas dos Açores.

4 de Quarentena

No passado sábado, dia 4 de abril de 2020, a editora Letras Lavadas / Grupo Publiçor organizou o interessante convívio on-line “4 de Quarentena”. Em conversa informal, os escritores Almeida Maia, Diogo Ourique, Malvina Sousa e Pedro Paulo Câmara abordaram temas ligados à literatura e ao cenário que o mundo enfrenta.

Com moderação do também autor e humorista Hélder Medeiros (Helfimed), o programa foi emitido no Facebook da editora (https://fb.com/letraslavadas.editores) e integrado no canal Podcast 2.1 do YouTube.

Uma nota muito especial de agradecimento a Paulo R. Cabral, responsável técnico pela emissão on-line, e os parabéns a toda a equipa Letras Lavadas, pela iniciativa e dinamismo que têm demonstrado, mesmo em tempos desafiantes.

Convívio na Maia

No passado dia 10 de fevereiro, acedi com prazer ao convite da professora Helena Chrystello, da Escola Básica 2, 3 da Maia, para uma aula que envolveu ciência e literatura.

Após a incursão por autores açorianos pela iniciativa do professor Telmo Nunes, ainda em 2019, a responsável pela biblioteca Dora Silva e o docente de Físico-química Ricardo Tavares demonstraram — perante uma plateia de alunos interessadíssimos — de que forma o romance Capítulo 41: A Redescoberta da Atlântida pode ser descodificado sob outra luz.

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Tatiana Senra, Manuela Melo, Margarida Melo, Pedro Almeida Maia, Helena Chrystello e Dora Silva, na Biblioteca da Escola Básica 2, 3 da Maia

Está agendada uma nova visita para o dia 5 de março, para falarmos de literatura açoriana, hábitos de leitura e do processo da escrita, desta feita no auditório da escola.

Coletânea de contos de Natal

Capa Este Ano Desembrulha NatalA chancela Letras Lavadas do Grupo Publiçor / Nova Gráfica convidou autores locais a integrarem uma coletânea de contos de Natal. O resultado foi o livro “Este ano desembrulha o espírito de Natal” com treze histórias dos autores: Almeida Maia, Ana Leite, Ana Isabel Arruda Ferreira, Aníbal Pires, Carlos Tomé, João Pedro Porto, Luís Rego, Malvina Sousa, Maria das Mercês Pacheco, Orquídea Abreu, Susana Almeida Rodrigues, Teresa Canto Noronha e Virgílio Vieira.

Foi apresentado por José Manuel Santos Narciso, com leituras de Lena Goulart, no sábado passado, dia 7 de dezembro, e contou ainda com uma versão especial, em formato de árvore, com cerca de um metro e meio de altura, agora exposto na montra da livraria Letras Lavadas, em Ponta Delgada.

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Aníbal Pires, Malvina Sousa, João Pedro Porto, Santos Narciso, Lena Goulart, Carlos Tomé, Ernesto Resendes, Susana Almeida Rodrigues, Ana Leite, Luís Rego e Pedro Almeida Maia.

Após a seleção do conto “O Galheteiro de Prata” para a Antologia de Contos do Centro de Estudos Mário Cláudio 2018, Almeida Maia contribui para esta coletânea com “A Olaria da Esquina”, outra história de redenção com uma interessante moral.

 

Colóquios da Amizade

Outubro chegara, e a ilha branca acolheu os convidados de braços abertos, ainda que esvoaçassem resquícios de um temporal. Os primeiros sorrisos ofereceram-se ainda a caminho do rendez-vous e à medida que a graciosidade brotava dos montes, mas foi a hospitalidade de quem nos recebeu — Chrys e Helena Chrystello, Carolina Cordeiro e Pedro Paulo Câmara — que entoou a verdadeira alegria de ali estarmos.

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Muito cedo nasceram laços cúmplices entre os participantes, com as primeiras palestras a juntarem os mais sedentos de conhecimento. A empatia imediata surpreendeu-me e abriu portas a novas ligações e amizades, nos livros, mas não só: também na lusofonia. Poderiam muito bem chamar-se Colóquios da Amizade Lusófona, que não alterariam o seu valor.

O que se seguiu foi mágico, transportando-nos de convívio em convívio, de saudações a abraços e em espírito de verdadeira partilha. Muito me honrou estar próximo a tanta criatividade e a tantos nomes com os quais cresci a admirar. Somente após regressar da ilha Graciosa apercebi-me do que ali havia sucedido: dedicara-me a uma causa de nobre significado (pelo menos, para mim) e às pessoas que nela acreditam: o respeito pela nossa Língua Portuguesa.

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Pedro Almeida Maia e José Luís Peixoto no 32.º Colóquio da Lusofonia (Santa Cruz da Graciosa)

Assim foi o 32.º Colóquio da Lusofonia, com o compromisso de repetir a participação na próxima edição, em Belmonte. Lá estaremos, de coração.

Novidades da claquete: Islanders

Anunciando a continuação dos trabalhos na minissérie de TV “Islanders”, um argumento de Pedro Almeida Maia com produção da atriz Ana Lopes e realização de Hugo França. Relata um conjunto de histórias insólitas sucedidas nos Açores.

O episódio piloto “Under The Light” é a história da misteriosa passagem do submarino russo ACADEMICIAN PETROVSKY por Ponta Delgada, em março de 1974. Os membros da tripulação desembarcam e são hospitalizados, com vómitos, sensações de mal-estar e alucinações.

Juno e a ilha-Paraíso

Estalaram aplausos dentro do avião, felizes por terem tocado o solo contra a brisa generosa de Santa Cruz, muitos no alívio de terem chegado a casa. Também eu senti que chegava a casa e que receberia o calor da ilha-Paraíso.

IMG_7981Apresentaram-me talentos oferecendo abraços sorridentes e partilha de saberes, e eu logo soube que se tornariam grandes amigos em pouco tempo. Partimos à descoberta, rumo ao éden dos criadores, rumo à ilha das Flores. Fomos subir os montes, respirar lagoas, trespassar o nevoeiro, contemplar baías, sentir o fluir das cascatas, reviver lendas centenárias. Visitámos os lugares das pessoas e as pessoas dos lugares, aprendendo-lhes as artes, entendendo aqueles ofícios, provando as iguarias, ouvindo canções e devolvendo os seus risos, dando e recebendo, ensinando e aprendendo.

Foi naquele cenário que decorreu a apresentação de “A Viagem de Juno”, a par com o lançamento de “inPico”, de José Efe e Judy Rodrigues, e a tripla inauguração das exposições de Pieter Adriaans, Martine de Baecque e Martim Cymbron. No auditório do elegante Museu das Lajes das Flores, Gabriela Silva honrou o momento e fê-lo com maestria, complementando-se com uma apaixonada leitura de excertos por Terry Costa, Carolina Cordeiro, Diana Silva, Sandra Gajjar, Susana Júdice e Elaine Ávila. E estalaram os aplausos florentinos para seguidamente devorarem os livros e as histórias.

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Apresentação de “A Viagem de Juno” nas Lajes das Flores

Durante um mágico fim de semana, este V Encontro de Escritores Pedras Negras permitiu-nos testemunhar vivências e emoções da ilha de Pedro da Silveira, conhecer novas pessoas e reorquestrar a nossa própria essência como artistas. Todos os dias nos reinventamos, mas nestes dias especialmente: amadurecemos e alinhamo-nos, numa ascendente espiral de consciência, num alvoroço de alegria. Assim é o Azores Fringe, o festival que une as artes do mundo aos artistas dos Açores.

Juno e a costa norte

Por organização da Câmara Municipal da Ribeira Grande, decorreu no passado dia 3 de maio a segunda apresentação de “A Viagem de Juno”, desta feita na Biblioteca Municipal Daniel de Sá, perante uma plateia interessada e participativa e na presença do presidente do município Alexandre Gaudêncio. A apresentação ficou a cargo de Luís Santos Almeida, professor de Língua Portuguesa da Escola Secundária da Ribeira Grande, e a sessão fotográfica da autoria de Osvaldo Janeiro.

A estreia de Juno

Foi no passado sábado que se iniciou “A Viagem de Juno”, no ambiente mágico e descontraído da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. Na presença de ávidos leitores e interessados numa passagem ficcional por um possível futuro, apresentou-se o novo livro de Almeida Maia, que coloca a ação em 2049, quando os mares subiram de forma descontrolada.

A apresentação ficou a cargo do biólogo marinho Frederico Cardigos, que brindou os presentes com uma descrição apaixonada desta história. As imagens captadas, aqui disponibilizadas, foram da maestria de Paulo R. Cabral, Grupo Publiçor / Letras Lavadas, a quem fica um especial agradecimento.

Juno e as nossas viagens

Editar um novo livro tem sido sempre uma emoção, desde a sensação de se cumprir um longo desafio até ao retorno apaixonante dos leitores, passando pela magia de se deixar um testemunho para o futuro, especialmente para os nossos filhos.

AVJ Capa_v04_0“A Viagem de Juno” não será exceção, convidando os passageiros a embarcarem numa visita a um possível futuro da humanidade, com os Açores no centro da ação e com personagens um pouco de todo o lado. Despertará o interesse dos leitores de várias idades, pelos temas intrigantes que aborda, como a criopreservação, partindo da ciência do século XXI e da demanda por soluções para inverter os efeitos das alterações climáticas.

A primeira sessão de apresentação está marcada para 23 de março de 2019, às 16h30, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. A revelação da capa do livro e do apresentador do evento está para muito breve.

Clique aqui para aceder e acompanhar o evento.

O regresso da Atlântida

Decorria o mês de setembro de 2013, quando se anunciou a chegada do romance “Capítulo 41: A Redescoberta da Atlântida”. Pouco se sabia do eco que poderia provocar, mas cinco anos após o seu lançamento e consequente entrada para o Plano Regional de Leitura dos Açores, percebe-se agora que é algo mais do que um mero livro.

“Este Capítulo 41 (…) fica a constituir um marco na literatura de ficção dos Açores”, escreveu Santos Narciso, algo que nem todos compreendiam naquele momento.

Anunciando a sua 3ª edição, no próximo sábado, dia 22 de dezembro, entre as 10h00 e as 13h00 e as 14h00 e as 16h00, decorrerá uma sessão promocional no espaço da Feira do Livro, na Rua dos Mercadores, em Ponta Delgada, um convite da editora Publiçor / Letras Lavadas. A iniciativa contará com a presença do autor, Pedro Almeida Maia, que estará disponível para conversar com os leitores e para incluir dedicatórias nos livros, um toque personalizado naquela prenda especial para este Natal.

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Recorde-se que este trabalho do autor açoriano aborda os temas da localização da Atlântida perdida de Platão e a sua ligação ao que hoje são os Açores, revelando também descobertas arqueológicas que têm reacendido a polémica da passagem de outros navegadores pelos Açores antes dos portugueses.

Antologia de Contos

O conto “O Galheteiro de Prata” de Pedro Almeida Maia foi um dos dez selecionados para a Antologia de Contos 2018, do Centro de Estudos Mário Cláudio, com o tema “A Festa”, a par com os textos de Cláudia Capela Ferreira, Luísa Semedo, Adelaide Bernardo, Maria Teixeira, Luís Bento, Carlos Martins, Ricardo Azevedo, Paula Dias e Mónia Camacho. O júri foi composto por Conceição Pimenta e André Domingues.

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Com o objectivo de promover e incentivar o gosto e a prática da escrita em língua portuguesa e a exposição de novos autores, a iniciativa encontra-se na sua terceira edição e, à semelhança de anos anteriores, resultará numa compilação a ser lançada em livro, em Venade, Paredes de Coura.

Fonte: Centro de Estudos Mário Cláudio.

Poesia na Montanha

Lá fora, o nevoeiro perseguia o vento e as brumas escalavam a montanha, mas havia chá e biscoitos para os corajosos. Estávamos salvos. Foi no passado domingo que tive o prazer de apresentar o e-book “A Escalada de um Manco” na Casa da Montanha, rodeado de amigos, leitores e curiosos. A par com os livros da Carla Veríssimo e do Enric Enrich Jr., a festa da literatura ganhou asas e voou. Abracei também Manoel Costa e Helena Amaral.

Manoel Costa, Helena Amaral e Pedro Almeida Maia

No primeiro dia, havia massa sovada e torta de bacalhau, entre outras iguarias de divino sabor. A receção convidou os artistas a falarem do seu trabalho e das suas paixões. Estava lançado o mote para a celebração da arte no Pico. O fim de semana preencheu-se com o programa Climb Every Mountain, numa volta à ilha pelas artes. No final, terminei com o queijo do Alfredo e o mel de trevo que trouxe na mala.

A ilha do Pico recebe-me cada vez melhor e este Montanha Festival é outra aposta ganha pela MiratecArts, que recebeu um reconhecimento oficial merecido, anunciado publicamente durante o festival.

Terry Costa e Pedro Almeida Maia.

Terry Costa continua a fazer um trabalho inigualável no arquipélago, colocando a arte açoriana no mapa. Um dia, haverá uma estátua e uma avenida com o nome dele.

Para os interessados, o novo texto está disponível aqui.