Regresso às origens

Foi no dia doze deste segundo mês que concretizei um sonho antigo. Partilhei a minha experiência na literatura e apresentei os meus livros aos alunos de uma das escolas que me viu crescer. Foi na Biblioteca Emanuel Jorge Botelho da Escola Canto da Maia. É difícil resumir a emoção e o simbolismo do momento, nãoContinue a ler “Regresso às origens”

Um ano assim

Ainda estávamos em janeiro, quando Miguel Real publicou no Jornal de Letras a revisão “2013: evolução na continuidade”, afirmando que “nos Açores, sobressai a continuidade de estilo e de tema nos novos romances de Pedro Almeida Maia, Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida, e Paula de Sousa Lima, Mas Deus não dá licença queContinue a ler “Um ano assim”

“Nove Estações” em Lisboa

No primeiro de novembro, dia de prantos aos já idos, a cidade de Lisboa abriu as portas aos Açores. O espaço do Studio Teambox aperaltou-se para a Mostra LabJovem 2014, que incluiu nas prateleiras a tímida edição de bolso do Nove Estações. Este texto, que muito me aprazeu escrever, marca o final de mais umContinue a ler ““Nove Estações” em Lisboa”

O segundo Necas

Depois do impacto de “Os Vencedores do Medo”, que já vai na 2ª edição, chega “O Primeiro Dia de Aulas”, o segundo volume da coleção “Vamos Sentir com o Necas”, da autoria de Célia Barreto Carvalho, Suzana Nunes Caldeira e Pedro Almeida Maia, com ilustrações de Ana Correia. O evento será aberto ao público eContinue a ler “O segundo Necas”

“Vinhas e Epigeus” vence Descobrir Açores 2014

CANTO PRIMOGÉNITO madrugada O doce marulhar sussurrava, distante, hesitante, por entre acervos de lava negra, estendidos, abertos, como cabelos de uma ninfa, garras de um tal Deus. E a luz subiu, para aquecer as vinhas e epigeus. A encosta reluziu, espelhou o amor de Apolo, e as criaturas acordaram na verdade do seu colo. AContinue a ler ““Vinhas e Epigeus” vence Descobrir Açores 2014″

Capítulo 41 inspira espetáculo de dança

Qualquer autor anseia pela materialização das suas histórias, dos seus livros, quer seja nos palcos ou nas telas de cinema.  Foi com enorme prazer que soube, há cerca de um ano, que o livro Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida era suficientemente sugestivo para inspirar um espetáculo de dança. É já no próximo dia 9 deContinue a ler “Capítulo 41 inspira espetáculo de dança”

O barco vai de saída

Não é uma analogia faustiana, até porque não vamos por este rio acima nem nos limitamos ao cais de Alfama, será antes uma viagem inaugural com uma tripulação reduzida, mas resiliente. Não te levamos connosco, ó cana verde, mas trazemos páginas e páginas que resistirão às maiores tormentas do trono das águas. E assim se unemContinue a ler “O barco vai de saída”

Novas aventuras

Foi no ambiente académico que surgiram os primeiros contactos acerca do Necas, por parte das professoras Dr.ª Célia Barreto Carvalho e Dr.ª Suzana Nunes Caldeira. Aceitei sem qualquer tipo de hesitação. Mas não me vou desligar da prosa, podem ficar descansados os leitores mais graúdos. O convite era irrecusável. Escrever na área da Psicologia jáContinue a ler “Novas aventuras”

Açorianos em destaque nacional

A literatura açoriana está de parabéns. O escritor e ensaísta Miguel Real acaba de destacar, na sua crónica do quinzenário Jornal de Letras de 22 de janeiro a 4 de fevereiro de 2014, nomes da nossa praça. Segundo o crítico literário, “nos Açores, sobressai a continuidade de estilo e de tema nos novos romances deContinue a ler “Açorianos em destaque nacional”

O regresso a casa

Há viagens com significado, mas os regressos podem ter sabores especiais. Este teve, depois do convite de Vasco Pernes para mais uma noite bastante sentida. Na companhia da dinâmica mulher das letras, Patrícia Carreiro, que também apresentou o seu Fio Perdido, recapitulou-se a experiência nas lojas FNAC, as apresentações de Joaquim Fernandes e Miguel Real eContinue a ler “O regresso a casa”

A magia do Pico

Não era um sábado muito sedutor. Nem sequer convidava ao passeio, muito menos para um local mais “cinzento” do que a própria ilha. Mas as cores pardacentas estavam somente ao que os olhos distinguiam, porque os picoenses coloriram a Gruta das Torres com sorrisos, música e hospitalidade. A ilha do Pico surpreende mais uma vez,Continue a ler “A magia do Pico”

O capítulo viajante

Para não correr o risco de ficar circunscrito, o tubo metálico azul e branco da companhia aérea arquipelágica contrariou a gravidade e permeou as nuvens. Deixou a ilha verde, rumo ao território da metrópole, sedento de mares atlânticos, talvez nunca dantes navegados. Se publicar e ver reconhecido um pequeno percurso literário tem sido uma escaladaContinue a ler “O capítulo viajante”

Capítulos com bom tempo

10 de Setembro passou e deixou boas recordações. Amigos, família, entidades  e leitores anónimos juntaram-se na mesma sala e beberam do mesmo entusiasmo que esta aventura tem trazido. Uma experiência sensacional, cheia de momentos emotivos e de palavras sentidas. Discursos impactantes e recheados de energia positiva para o futuro. Desde os anfitriões da acolhedora BibliotecaContinue a ler “Capítulos com bom tempo”

A capa do capítulo

Perto de uma qualquer cama de maternidade, ouvem-se comentários como “tem o nariz da mãe, mas os olhos são todos do pai”. Antes de nascerem os bebés, é comum fazerem-se estimativas, previsões. No entanto, ver o filho nos braços é sempre diferente do que na ecografia. No decorrer dos meses investidos na escrita deste novo capítulo,Continue a ler “A capa do capítulo”

Temos sinopse

Caras leitoras e leitores, é com enorme satisfação que divulgo a sinopse daquela que está para ser a minha segunda “aventura” na literatura, desejando que venha a ser igualmente emocionante para vós. Começa assim mais um “capítulo” do meu ainda curto e modesto percurso pelas letras, que tanto serve para entreter como para partilhar conhecimento,Continue a ler “Temos sinopse”

Porquê Açores?

Quando questionado pelos motivos que me levam a escrever sobre os Açores, não surge propriamente uma explicação que vá muito além da fervorosa paixão nutrida pela Terra-Mãe. Apesar de considerada uma Região Periférica — e abusivamente rotulada de ultraperiférica —, a visão que tenho destes nove territórios unidos pelo mar é de centralidade. Em vezContinue a ler “Porquê Açores?”

Feira do Livro de Lisboa

Depois de colocados à solta, os livros ganham vida própria. Por vezes não é possível ditar até onde podem ir, mas é sabido que “o céu é o limite” — exactamente por não ser sequer um limite. Nos jardins emblemáticos do Parque Eduardo VII, a 23 de Maio arranca a 83ª Feira do Livro de Lisboa, queContinue a ler “Feira do Livro de Lisboa”

Aqui há selo

Depois de abrir várias portas — e também pórticos intransponíveis —, eis que a literatura rasga agora uma janela e deixa desaguar a frescura do ar livre. Que melhor liberdade se pode abonar a um livro senão deixá-lo partir? Que destino mais espairecido existirá senão a dádiva de um par de asas? Depois de abrir mãoContinue a ler “Aqui há selo”

Próximo capítulo: 41

Em recente conversa com Vasco Pernes, no talk-show da estação açoriana “Noite dos Sentidos”, levantou-se o véu do romance número dois. A entrevista foi para o ar no dia 20 de Abril de 2013, e presenteou os espectadores com novidades acerca do livro que vai suceder Bom Tempo no Canal – A Conspiração da Energia, galardoado comContinue a ler “Próximo capítulo: 41”

Ribeira Grande com bom tempo

O EVENTO É com enorme regozijo que se apregoa: John Mello regressa à Ribeira Grande! Em conjunto com a Câmara Municipal da Ribeira Grande e a Universidade Aberta, e inserido no evento cultural PRIMARTE – que liga a Primavera à Arte – o autor Almeida Maia transpõe o livro Bom Tempo no Canal – AContinue a ler “Ribeira Grande com bom tempo”